• Ruth Scheffler

"RuBarbaGibatuques” mostra que o corpo humano pode ser uma oficina musical

Updated: Mar 25

Ruth Scheffler


Você sabe o que é “barbatucar”? Este é um termo que foi muito explorado no show “RuBarbaGibatuques”, exibido no terceiro dia do Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens (FIL) 2021. Ao longo do espetáculo, Lu Lopes, ou melhor, a Palhaça Rubra, junto com Giba Alves proporcionaram um domingo repleto de histórias musicadas e tutoriais de percussão corporal.

(Imagem: Reprodução)


A introdução da peça é feita com um convite: “vamos ativar os nosso aplicativos de tecnologia humana internos como a comicidade, a música e a poética para brincar com a gente e com os outros!”. Em seguida, cantando “I FIL good”, a Palhaça Rubra logo revela suas habilidades musicais, característica também comum ao Giba do grupo Barbatuques. Juntos, os dois formam um dupla com um o nome bem curioso: “RuBarbaGibatuques”.

Nos blocos seguintes, os apresentadores fazem com que os espectadores virem os verdadeiros protagonistas do espetáculo virtual. Para isso, eles ensinam a arte de “barbatucar”. Como resultado, sons produzidos pelo próprio corpo se unem a ritmos e dão origem às músicas “Planta seu pé no planeta”, “Tapa”, “Miniminimá”, e “Baby Butterfly”. Todas elas, sempre seguidas por historietas contadas a partir de ilustrações que alimentam a imaginação.

(Imagem: Reprodução)


Por meio da poesia e da musicalidade, RuBarbaGibatuques proporcionou um momento de descobertas não só para crianças, mas também para adultos. O show mostrou que através da música é possível acessar um universo repleto de fantasias. Quem assistiu, pôde perceber isso.

Além do RuBarbaGibatuques, outras apresentações e rodas de conversa estão disponíveis no canal do FIL no YouTube. A programação do festival continua nos dias 26, 27,28 e 29 de março.

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